

É
um procedimento rápido e seguro, que permite visualizar o interior
da paciente através de uma câmera de vídeo. Permite
que sejam realizados diagnósticos e procedimentos cirúrgicos.
O
laparoscópio é um tubo fino contendo uma fonte de luz
que é inserido no abdome através de uma incisão
no umbigo. Doenças como a endometriose podem ser descobertas
e tratadas dessa forma. É o melhor tipo de cirurgia para evitar
a formação de aderências, pois os cortes realizados
são pequenos, o que facilita a cicatrização e a
recuperação da paciente. Por ser uma técnica segura,
a laparoscopia pode ser usada mais de uma vez.
A
laparoscopia pode ser realizada em um hospital ou em uma clínica
especializada. A anestesia é aplicada na sala de cirurgia para
que a paciente não sinta desconforto durante o procedimento que,
geralmente, dura menos de uma hora. Após a laparoscopia a mulher
permanece em observação na sala de recuperação.
A alta da clínica é dada geralmente no final da tarde
do mesmo dia, ou no dia seguinte.
A
recuperação total pode demorar até 1 semana, dependendo
da extensão da cirurgia.
Antes
da cirurgia
Preferencialmente
será realizada uma consulta pré-anestésica para
que o anestesista verifique se você receberá anestesia
geral, peridural ou local e para que sejam verificados os exames pré-operatórios.
O jejum é feito a partir das 10 horas da noite do dia anterior
à cirurgia. Ele é necessário para evitar náuseas
e vômitos durante a cirurgia, e para evitar uma distensão
das alças intestinais que podem dificultar a cirurgia.
No
dia da cirurgia será realizado o internamento. A paciente será
encaminhada ao seu apartamento, e a seguir ao centro cirúrgico,
onde trocará de roupa e usará uma camisola especial para
pacientes de cirurgia. Caso use lentes de contatos ou dentaduras, provavelmente
precisará tirá-las.
O
Procedimento
O
cirurgião infla o abdome com um gás inofensivo (gás
carbônico) para facilitar a visualização dor órgãos
pélvicos. O laparoscópio é inserido através
de uma pequena incisão no, ou perto do umbigo. Outros instrumentos
poderão ser inseridos através de uma outra pequena incisão.
A maioria dos cirurgiões acopla uma câmara de vídeo
ao laparoscópio para aumentar o campo de visão.
Após o procedimento o gás é retirado e as incisões
são suturadas.
Durante
a laparoscopia o cirurgião talvez retire amostras do tecido de
um ou mais implantes. Esta amostra é enviada ao laboratório
para análise.

A
laparoscopia tem relativamente poucos riscos. Antes do procedimento
o médico lhe explicará quais são estes riscos.
Eles podem incluir sangramento, infecção e efeitos colaterais
da anestesia.
Após
a Cirurgia
Após
a cirurgia a paciente permanece na clínica durante o dia para
a recuperação. Assim que acordar completamente da
anestesia você poderá sentar no leito e se alimentar com
comidas leves e líquidos. Caso tenha recebido anestesia
geral você pode sentir-se temporariamente sonolenta ou nauseada.
Você provavelmente sentirá dor nos ombros devido aos efeitos
secundários do gás dióxido de carbono.
Freqüentemente, ela melhora se você deitar, aplicar calor
ou tomar analgésicos. É normal que ocorra uma quantidade
pequena de sangramento vermelho escuro via vaginal.
Entre
em contato com seu médico se você sentir sangramentos vaginais
excessivos, que piora em vez de melhorar; dores abdominais fortes; febre
de 38,3ºC.
O
médico programará visitas de acompanhamento para discutir
os resultados da laparoscopia. Caso tenha usado suturas que não
são absorvidas pelo seu corpo, o médico marcará
o dia para retirada dos pontos. Para uma recuperação rápida
e completa, siga corretamente as instruções do médico.
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É uma cirurgia aberta. Isto significa que para remover os implantes
o médico fará uma incisão de 12 a 15 cm.
O procedimento poderá ser uma excisão, cauterização
ou laser. Esta cirurgia é necessária quando os implantes
são muito grandes para serem alcançados pelo laparoscópio
ou quando estão envolvidos órgãos pélvicos,
como os intestinos. Você permanecerá no hospital por alguns
dias. A recuperação completa leva de 3 a 5 semanas. Esta
cirurgia preserva a fertilidade.

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É
a remoção do útero. É uma cirurgia realizada
para casos de pacientes com miomas uterinos, sangramentos
vaginais sem controle com medicação ou mesmo doenças
do colo do útero, como câncer em fase inicial.
Pode ser realizada por via abdominal ou vaginal, de acordo com o tamanho
do útero e com o motivo da cirurgia.

Pode
ser feita com ou sem retirada dos ovários e trompas. A decisão
de manter ou não esses órgãos é baseada
na idade da paciente e na presença ou não de doenças
nesses locais. Mulheres próximas à menopausa podem ter
eventualmente esses órgãos retirados, se não houver
benefício para a paciente em permanecer com os ovários.
Entretanto, essa decisão deve ser tomada em conjunto com seu
médico, pois ele poderá lhe orientar qual o melhor tratamento
para seu caso.
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É
um procedimento realizado para visualização direta do
interior do útero, com o uso de uma ótica através
da vagina chegando até a cavidade uterina. As imagens são
então projetadas em um monitor de vídeo.
Essa
cirurgia pode ser diagnóstica (para investigação
de problemas no interior do útero) ou cirúrgica (quando
são tratadas alterações da cavidade uterina).
As
histeroscopias cirúrgicas são feitas sob anestesia, sem
necessidade de cortes, e a internação é de até
24 horas. Já as histeroscopias diagnósticas são
feitas de forma ambulatorial e sem necessidade de internação.
A
histeroscopia, diagnóstica ou cirúrgica, pode ser utilizada
em casos de sangramento uterino anormal, diagnóstico de ausência
de menstruação, anormalidade da cavidade do útero,
sangramento em pacientes na menopausa usando hormônios, localização
e retirada de DIU, miomas. Seu médico poderá dar-lhe as
orientações necessárias para seu caso, e qual o
melhor método para você.
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